TODO APOIO AO REITOR FÁBIO JOSUÉ

Escrevo sob a emoção da indicação do nome de Fábio Josué para o cargo de reitor da UFRB. Gostaria muito de estar parabenizando a minha querida amiga Georgina, cuja inegável liderança e maturidade acadêmica farão dela, em qualquer tempo, uma Reitora magnífica.

Nesse momento precisamos falar do Magnífico Reitor Fábio Josué. Intelectual com uma formação sólida, um raro humanista, alinhado com as lutas do seu tempo e com experiência que o coloca a altura do cargo. Devemos apoiar integralmente o seu Reitorado. Foi a melhor indicação que o Presidente Bolsonaro fez nesses sete meses de Governo e, ao que tudo indica, esse será, disparado, o melhor lance do seu mandato.

É evidente que o ideal seria a escolha de Georgina, primeira colocada no Colégio Eleitoral, mas vamos lembrar que só os Presidentes Lula e Dilma escolheram sempre os primeiros da lista. Já estamos acostumados a navegar nesses mares revoltos. E sem alguém como Fábio Josué a nos conduzir!

Ontem eu escrevi nas redes sociais em resposta aos que insistiam em rechaçar qualquer nome da lista tríplice que não fosse a professora Georgina:

“Tá legal, eu aceito o argumento…mas faça como o velho marinheiro que durante o nevoeiro leva o barco devagar”. Eu sei que posso arder na fogueira mas mesmo defendendo o nome de Georgina e sabedor da sua legitimidade não posso deixar de observar e me encantar com o fato de que o Conselho Universitário da UFRB, sob a liderança do Reitor Sílvio Sóglia e da própria Georgina Gonçalves foi brilhante, raro, estupendo, se mostrou um espaço a altura do momento histórico e construiu uma lista tríplice que deu um xeque-mate no Governo: Georgina, Tatiana e Fábio. O Conselho, com legitimidade, autonomia e legalidade, transformou uma camisa de força em asas de liberdade. Georgina Reitora, sempre!!!, mas Tatiana e Fábio representariam, nas atuais circunstâncias, também a Vitória do Conselho e da comunidade da UFRB! A indicação de um deles – Georgina, Tatiana e Fábio, é inexorável, não por uma concessão do Governo, mas por uma engenharia institucional brilhante que o Consuni engendrou, colocando os amigos da ditadura do tamanho nanico que eles terão na história da nossa UFRB!”

Além de tudo, vamos combinar: Um Reitor da nossa querida Amargosa sempre terá seus encantos.

Um bom exemplo é Pedro Calmon que nasceu em Amargosa, em 23 de dezembro de 1902. Foi escritor, jurista, professor, historiador e político. Membro da Academia Brasileira de Letras e várias outras instituições acadêmicas. Em 1939, tornou-se catedrático da Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil e reitor, de 1949 a 1966. Durante o regime militar proibiu a entrada da polícia militar na Universidade do Brasil, dizendo: “aqui, esses beleguins de tropa militar não entram, porque entrar na Universidade só através de vestibular“. Acho que não contaram essa história ao Presidente Bolsonaro…

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